Tatuagem

O TRF4 negou o pedido de indenização de um funcionário do Marfrig de Alegrete. Com tatuagens no braço, ele foi afastado da linha de produção e alegava ter sido alvo de preconceito. A justiça entendeu que a saída do trabalhador do local não foi pelas tatuagens, mas por estarem em fase de cicatrização, sem o uso de mangas protetoras, colocando em risco a higiene necessária.

Fonte: Zero Hora 22/04/2016.